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Mulheres no handebol: Patricia Scheppa e Marizza Faría

Mulheres no handebol: Patricia Scheppa e Marizza Faría. Vozes de protagonistas que nos inspiram e encantam com seu talento dentro e fora da arena, dentro e fora do 40×20.

Por meio de suas diferentes funções, ambos contribuem para o desenvolvimento e o fortalecimento do handebol feminino na região.

Patricia Scheppa embaixadora da areia

“O Dia da Mulher é um momento para comemorar as vitórias, reconhecer as lutas e valorizar todas as pessoas que inspiram dentro e fora do esporte”.

Esse dia expressa a Patrica, simboliza a força, o autoaperfeiçoamento, o reconhecimento, a valorização e a união.

“Como atleta, aprendi que toda conquista é construída com muita dedicação e desafios constantes”.

“Acredito que as mulheres têm a capacidade de persistir, evoluir e transformar realidades, mesmo diante das dificuldades. As mulheres ensinam constantemente e merecem ser celebradas e valorizadas todos os dias”..

Em termos de referências, sua mãe, Flora Scheppa, é sua principal inspiração.

“Por sua força, determinação e pelo exemplo diário de dedicação, equilíbrio, humildade e perseverança que ele sempre me transmitiu”.

“Com ela, aprendi a respeitar, a desenvolver a resiliência e a nunca desistir de meus sonhos. Se hoje tenho as conquistas que tenho em minha vida, sem dúvida é reflexo do exemplo e dos ensinamentos que recebo de minha mãe todos os dias.

Ela também afirmou que é muito difícil definir as mulheres em uma única palavra. “É difícil porque ela é ótima e cheia de qualidades que, por si só, poderiam representá-la.

“Entre muitas definições, como superação, determinação e coragem, a que mais gosto de usar é resiliência”.

“Pela capacidade das mulheres de ultrapassar seus próprios limites, enfrentar dificuldades, adaptar-se, superar desafios e seguir em frente até atingir suas metas, mesmo em tempos difíceis”.

“A mulher é incansável, imparável!encerrou Scheppa.

Beach Handball SCA, Assunção 2024. Foto: COSCABAL / Camilo Rotela.

Orientação selecionada, Marizza Faría

A treinadora da seleção feminina adulta do Paraguai tem uma longa carreira ligada ao handebol. Neste 8M, ela nos disse que, para ela, é uma data para refletir.

“Devemos reconhecer a luta por direitos iguais e valorizar o papel fundamental das mulheres na sociedade”.

Sua mãe, Blanca Servin, é, sem dúvida, seu ponto de referência, e ele diz isso.

“Ele foi um exemplo de amor, força e dedicação em minha vida. Ele sempre me apoiou e me inspirou a ser uma pessoa melhor”.

Por fim, se eu tivesse que descrever a mulher em uma palavra, qual seria? “Força”.

Torneio de Handebol Sênior da SCA, Niterói 2024. Foto: COSCABAL / Germán Paez.

Trabalho, comprometimento e experiência representam um exemplo de liderança e autoaperfeiçoamento para essas duas mulheres que, em diferentes funções no handebol, estão deixando sua marca nas novas gerações.

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Fotos: COSCABAL Camilo Rotela / Germán Paez
Por Loly Coria

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