Mulheres no handebol: Mariana García e Bruna Garcia. Vozes de protagonistas com visão de árbitro, talento, inspiração e aprendizado dentro e fora do 40×20.
Nos últimos anos, a participação das mulheres no esporte cresceu significativamente, não apenas como jogadoras, mas também em funções importantes dentro do jogo, como a de árbitras.
Esse é o caso de Mariana García, da Argentina, e Bruna García, do Brasil, duas árbitras de handebol que representam o progresso e a presença das mulheres no mundo da arbitragem.
Mariana García, mulher e árbitra
“O 8M é um dia muito especial que nos convida a refletir: ele nos ajuda a lembrar de onde viemos, a reconhecer onde estamos hoje e a ter clareza sobre para onde estamos indo”.
Mariana afirma que é uma data que reafirma a necessidade de continuarmos trabalhando todos os dias para que as mulheres possam ocupar cada vez mais espaços.
Espaços de liderança e de tomada de decisão, com o firme objetivo de construir a verdadeira igualdade.
Em um nível pessoal, sua avó é a pessoa que ele admira.
“Embora ela não esteja mais fisicamente comigo hoje, eu me lembro dela com muito amor e aprecio profundamente o imenso sacrifício que ela fez pela minha irmã e por mim.
“Ele era uma daquelas pessoas fundamentais que marcam sua vida para sempre; alguém que estava sempre lá, segurando você com um abraço, um companheiro e um beijo”.
Por outro lado, no campo profissional da arbitragem, suas grandes referências são as irmãs francesas Charlotte e Julie Bonaventura.
“Tive a sorte de compartilhar vários torneios com elas e aprendi muito observando-as trabalhar de perto.
Elas realmente são uma fonte de orgulho e um grande exemplo para a arbitragem feminina em todo o mundo.
Então, se você tivesse que descrever a mulher em uma palavra, qual seria? “Resoluta”.
“Acho que isso é algo que nos caracteriza profundamente, porque estamos sempre olhando ao redor e encontrando uma solução para cada problema e desafio que enfrentamos”.

Família de arbitragem de Bruna Garcia
A brasileira Bruna tem duas irmãs, Renata e Gabriela, que são trigêmeas, e as três são árbitras. Bruna e Renata são uma dupla internacional.
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“Para mim, o Dia Internacional da Mulher significa muito mais do que uma data comemorativa; trata-se de estar atento à luta pela igualdadenconstante”.
“As mulheres estão sempre tentando se manifestar e ser reconhecidas”.
“Este dia deve ser um dia para refletirmos sobre nossas conquistas e, acima de tudo, para continuarmos trabalhando pela igualdade”.
Pois com relação à sua referência, Bruna disse que ela é, sem dúvida, sua mãe.
E, finalmente, se você tivesse que descrever a mulher em apenas uma palavra, qual seria?:
“Determinação, coragem e inspiração”.

Em suma, as árbitras trazem profissionalismo, conhecimento e uma abordagem comprometida com o desenvolvimento das mulheres no mundo da arbitragem.
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Créditos das fotos: COSCABAL / Germán Paez. IHF Anze Malovrh / Pahic Szabo / Kolektiff
Por Loly Coria

