Paraguai terminou em 29º lugar na Copa do Mundo Feminina da Dinamarca, Noruega e Suécia após sua quinta participação.
A equipe do Guarani sofreu 3 derrotas na fase de grupos, contra Hungria, Montenegro e Camarões. Seu desempenho na President’s Cup deixou a equipe em 29º lugar.
Paraguai iniciou sua participação na competição contra um dos favoritos da Copa do Mundo: a Hungria.
Embora tenham tido um bom início de jogo, os húngaros aproveitaram os erros da equipe sul-americana e mostraram sua superioridade em quadra, vencendo por 35 a 12.
Dois dias depois, os paraguaios enfrentaram Montenegro, que, com uma defesa sólida e um contra-ataque eficaz, os superou por 41 a 26.
Falha na descoberta
A equipe de Marizza Faria tinha um jogo a menos para garantir sua vaga na próxima fase, mas Camarões impediu que isso acontecesse.
Equipe africana assumiu o controle do jogo desde o início, mas o Paraguai, por meio de contra-ataques eficazes, conseguiu empatar a partida e foi para o intervalo vencendo por 12 a 12.
No segundo tempo, o tom permaneceu o mesmo, uma partida muito equilibrada que permaneceu com uma diferença de dois gols e deu a vitória a Camarões por 26 a 23.
Com esse resultado, “Las Guerreras” passam a disputar a President’s Cup entre os 25º e 32º lugares.
As guaraníes buscavam sua primeira vitória contra a China, mas acabou perdendo por 20 a 23. Dois dias depois, enfrentou a Islândia, onde também perdeu por 25 a 19.
Um triunfo
Depois de cinco partidas contra os anfitriões, “Las Guerreras” conseguiram sua primeira vitória contra a Groenlândia. Exibindo uma defesa sólida e executando contra-ataques rápidos, o Paraguai conquistou sua primeira vitória na Copa do Mundo com um placar final de 21 a 19.
Por fim, o Paraguai encerrou sua participação contra o Cazaquistão, terminando em 29º lugar, assim como aconteceu na Copa do Mundo de 2021 na Espanha.
A boa exibição defensiva dos paraguaios forçou a equipe asiática a chutar em situações complicadas, gerando um bom número de gols em contra-ataques, fechando a partida com um placar de 30 a 26.
Declarações
Fernanda Insfran, jogadora da equipe nacional do Paraguai:
“Pelaprimeira vez na história do handebol paraguaio, tivemos a chance de passar para a primeira fase, mas as coisas saíram do controle.
Acho que foi muito importante para o grupo, pois tivemos alguns momentos muito bons, tanto ofensiva quanto defensivamente.
Nesse tipo de torneio, são os detalhes que definem um resultado e, se conseguirmos prolongar a concentração e os momentos positivos em campo, acho que poderemos alcançar grandes feitos.
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Foto: IHF

